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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Dia 20 de Junho - Dia Mundial do Refugiado

 
No dia 20 de Junho assinala-se, mais uma vez, o Dia Mundial do Refugiado, uma oportunidade fundamental para falar e sensibilizar para os Mais de 20 milhões* de refugiados no mundo. 
 
Falar dos Refugiados é falar de quem deixou tudo, país, casa, família, trabalho, para salvaguardar a sua vida ou dos seus; quem teve a coragem e a força para se lançar no desconhecido por uma necessidade urgente de se manter vivo ou manter a sua liberdade. Falar de quem é obrigado a deslocar-se perdendo a proteção do seu próprio estado, que é, muitas vezes, quem o persegue ou ameaça.
 
Não esquecer também os 12 milhões de apátridas* que existem no mundo: homens, mulheres e crianças que sem nacionalidade, vivem num “vazio” legal.
 
Neste dia importa ir mais longe e dar voz aos requerentes de asilo, cerca de 1 milhão*, os deslocados, 25 milhões* de pessoas, todos os que em Portugal e no Mundo vivem em situação que necessita de proteção.
 
A par dos números que crescem, não podemos deixar de chamar a atenção que cada número representa uma vida, uma história, um percurso. Não é uma mensagem nova mas é uma chamada cada vez mais urgente e necessária, de modo a defender e lutar pela tolerância e pela integração.
Se 80%* dos Refugiados vivem em países em desenvolvimento, é necessário uma maior solidariedade internacional que ofereça recolocação em países com maior capacidade de acolhimento e de integração.
 
Segundo a EUROSTAT, em 2011 o número de pedidos de asilo aumentou 20%.
 
Em Portugal, em 2011 o número de pedidos de asilo (GAR/SEF) aumentou 72%, sendo que:
 
Número de pedido de asilo em 2010: 160
 
Número de pedidos de asilo em 2011: 275
 
A tendência para este crescimento tem-se mantido em 2012, segundo dados do GAR/SEF: entre Janeiro e Maio de 2012 cresceu 57% face ao período homólogo em 2011. 
 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

9 de Junho: Dia Internacional dos Arquivos


O Dia Internacional dos Arquivos é celebrado a 9 de Junho.
 
O Dia Internacional dos Arquivos foi instituído pela Assembleia Geral do CIA – Conselho Internacional de Arquivos, realizada no Québec, em Novembro de 2007. Foi escolhida esta data, por ter sido precisamente a 9 de Junho de 1948, que a UNESCO criou o CIA – Conselho Internacional de Arquivos.

O objetivo da criação de um Dia Internacional de Arquivos é proporcionar condições para que se desenvolvam ações de promoção e divulgação da causa dos arquivos em todo o mundo.

Este dia é comemorado em Portugal com exposições, mostras, apresentações, e outros, em alguns dos arquivos pertencentes à Rede Portuguesa de Arquivos que compreende os arquivos nacionais e os de âmbito regional.


Cartaz: http://adlra.dglab.gov.pt/wp-content/uploads/sites/13/2014/06/cartaz_dia_2014_3.pdf

sexta-feira, 6 de junho de 2014

6 de Junho: O Dia da Logística.

No dia 6 de junho é comemorado o Dia da Logística. A data é uma referência ao dia em que ocorreu possivelmente o maior movimento logístico já conhecido na história que foi o desembarque das forças aliadas na Europa, ao término da II Guerra Mundial, imortalizado como o “Dia D”.
 
 
Desde os tempos bíblicos, no entanto, os líderes militares já se utilizavam da logística. As guerras eram longas e geralmente distantes, eram necessários grandes e constantes deslocamentos de recursos.
 
Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados aos locais de combate eram necessários um planejamento, organização e execução de tarefas logísticas, que envolviam a definição de uma rota, nem sempre a mais curta, pois era necessário ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e distribuição de equipamentos e suprimentos.
 
 
Na antiga Grécia, Roma e no Império Bizantino, por exemplo, os militares com o título de ‘Logistikas’ eram os responsáveis por garantir recursos e suprimentos para a guerra.
 
Essa visão da logística relacionada apenas com as questões táticas e estratégias militares acabou com o fim da Segunda Guerra Mundial.
 
Após este período, com o avanço tecnológico e a necessidade de suprir os locais destruídos pela guerra, a logística passou também a ser adotada pelas organizações e empresas civis, entrando no dia-a-dia de todas as instituições, públicas e privadas e, diretamente na vida das pessoas.
 
 
É impensável enxergar o mundo atual sem a presença da atividade logística com todos os seus níveis de especialidade e de serviços. A origem grega de seu nome – logos, ou seja, calcular, pensar e analisar - abriga o conceito moderno que serve, inclusive, de base para a ação de pessoas, instituições e empresas que desejam atingir a excelência.
 
 
As novas tecnologias, novas necessidades impostas pelo mercado criam, a cada dia, novos papéis para a logística que acaba influenciando no projeto dos produtos, das parcerias e das  alianças estratégicas, além de outros processos vitais para o desenvolvimento das empresas e da própria sociedade. E, à medida que os recursos produtivos estão cada vez mais dispersos pelo globo, a logística torna-se mais integração e coordenação.
 
Em suma: é o diferencial que faz as empresas e pessoas efetivamente terem o desempenho desejado num mundo cada vez mais competitivo e globalizado em todas as áreas do conhecimento e do empreendedorismo.
 
 

Portanto, é com muita satisfação que saudamos neste dia 6 de Junho todos os profissionais e as empresas envolvidas nesta incrível e fascinante atividade que vai além de oportunidades de redução de custos ou de prazos de entrega, disponibilidade de produtos ou de busca de novas metodologias de custeio, por exemplo.
 
 
A logística é uma ciência, cujo resultado final, como toda ciência, serve à melhoria do homem frente aos seus constantes desafios de crescimento, tanto individuais como coletivos. Ela torna o mundo melhor ao fazê-lo menor, compacto, completo, interligado e ao alcance de todos.
 
Fonte: intelog.com.br / Redação News Log PC Flores - Adaptado pelo Site da Logística.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

8 de Maio: Dia Internacional da Cruz Vermelha

 
O Comité Internacional da Cruz Vermelha é uma entidade internacional sem fins lucrativos, com sede em Genebra (Suíça), que tem como objetivo socorrer as vítimas de guerras e de catástrofes naturais.
 
 
Fundada em 1863, esta entidade presta assistência às vítimas, fornecendo alimentação, assistência médica e abrigo. A Cruz Vermelha também desenvolve um trabalho árduo junto aos prisioneiros de guerra, procurando restabeler o contacto com os seus familiares e localizando os que foram dados como desaparecidos. A sua prioridade, tendo a neutralidade como princípio, é o não envolvimento em questões militares, religiosas ou políticas. Para isto, possui quatro bandeiras que são adotadas conforme a cultura da região em que estiver a atuar.

A bandeira com a Cruz Vermelha é utilizada na maior parte dos países. Já na Turquia e países muçulmanos, o símbolo local é uma lua chamada Crescente Vermelho, aplicada sobre a bandeira branca. Em Israel,a bandeira também é branca, mas em lugar da lua ou da cruz, é usada Estrela de David em vermelho.
Para casos especiais, onde o Comitê não pode usar nenhuma destas três bandeiras, há ainda uma quarta opção - a do Cristal Vermelho - totalmente neutra, de uso excepcional e temporário. A sua forma é de um triângulo equilátero.

O dia da Cruz Vermelha é em homenagem à data de nascimento do seu fundador, Jean Henri Dunant. Ele foi agraciado com o primeiro Prémio Nobel da Paz, em 1901, vindo a falecer nove anos depois. A própria Cruz Vermelha também foi agraciada com o Prémio Nobel da Paz, em 1917.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

1º de Maio - Dia do Trabalhador

 
 
Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos. Esta manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA.
 
 No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes.
 
No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haimarcet.
 
 

Três anos mais tarde, no dia 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário.
 
A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.
 
 
 
Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.
 
Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer esta data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores norte-americanos conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.

 

Dia do Trabalhador em Portugal

 

 
                                                          1º de Maio na cidade do Porto



Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia.
 
O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-IN (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Trabalhadores).

terça-feira, 6 de maio de 2014

Livros que valem a pena: História do Povo na Revolução Portuguesa - 1974-75


 
A luta política assume nas sociedades contemporâneas, em condições de calendário eleitoral estável, essencialmente, a forma da luta entre os partidos.
 
Quando uma revolução se coloca em movimento, no entanto, tudo pode ser subvertido, porque milhões de pessoas inativas ou até desinteressadas despertam para a luta social.
 
Este livro apresenta-nos uma rigorosa investigação sobre a revolução portuguesa que ambiciona dar voz aos que não tiveram voz.
 
Nos livros de história eles são, não poucas vezes, invisíveis. Mas são os rostos comoventes destas grandes massas populares que oferecem sentido àquelas maravilhosas fotografias da revolução portuguesa.
 
Anónimos, os seus retratos nas manifestações dizem-nos tudo o que precisamos de saber sobre a esperança e a frustração, a fúria e o medo, o entusiasmo e a ilusão, e tudo aquilo que oferece grandeza à vida e não cabe em palavras. Foram eles que fizeram a revolução.
 
Nas páginas deste livro bate um coração que tem respeito e admiração por essa gente.
 
Ficha Técnica:
Autor: Varela, Raquel
Edição/reimpressão:
Páginas: 536
Editor: Bertrand Editora
ISBN: 9789722527903

Livros que valem a pena: Caminhar com João XXIII e João Paulo II

 
Os papas João XXIII e João Paulo II, agora santos, distinguiram-se pelo exercício notável no governo da Igreja, a par da extraordinária capacidade de tocar o coração humano e inspirar caminhos de esperança.

«Caminhar com João XXIII e João Paulo II» resgata afirmações essenciais dos dois Pontífices sobre questões que marcaram a sua ação, ensinamento e testemunho: a transformação de Igreja originada pelo Concílio Vaticano II, querida por Ângelo Roncalli, e a mudança de atitude em relação ao mundo contemporâneo, tão característica de Karol Wojtyla.

Paz, ecumenismo, sentido do sofrimento, Papado, mulher, maternidade e paternidade, jovens, ecologia, trabalho, comunicação, religiosidade popular, amizade, terceira idade, liberdade religiosa, solidariedade, vocação, Bíblia, pobreza, santidade, família e dignidade humana constituem alguns dos temas refletidos em textos que inspiram a viagem dos dias.
 
Ficha Técnica
 
Autores: Porfírio Pinto , Julia Bogado 
Ano de edição ou reimpressão: 2014
Editor: Edições Paulinas
Dimensões: 120 x 159 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 408
Coleção: Sendas do peregrino
Classificação: Catolicismo